21.11.06
uma cidade. de três.

Boris Kester
os homens que carregaram as pedras dos castelos não sabiam a alegria com que caminharíamos sobre elas.
o clima adaptou-se aos citadinos. está um chove-não-molha impressionante. mau para os nervos de quem ama o irracional e o intenso.
por isso vim aqui. de salto raso. não para lembrar. pois se nunca esqueci. se nunca esqueço.
chovia e o meu pai partiu. por esta altura. chovia e tu partiste. mais cedo no tempo mais tarde no inverno. época das partidas. mas pelo menos, chovia!
cheguei no mesmo mês. que faço agora? os nervos estilhaçam e o clima é citadino hoje...
não posso apagar o mês do calendário e trazê-los de volta.
afago as pedras do castelo. nas pedras fica tudo. ainda que frias guardam história e histórias. como se fossem um cofre quente de coração de gente.
afago as pedras. anoitece. eu deixo de ter cor. assemelho-me a elas.
estou a sorrir, amor. como nos dias das sabrinas saltitantes. estou a sorrir.
para ti.
Doce beijo
é verdade, tanto que teriam para contar
...
:)
... sim, as pedras sabem guardar segredos... e como gostam de carinho!... nunca ouvi nenhuma reclamar de um afago.
pronto: chega de tanto "oi!", não é mesmo? rss. saudade dos teus escritos, prenhes de vida.
deixo o meu abraço fraterno.
batista
andaste de saias? azar :P
não dão jeito. calções, calças de ganga, chegam a todo lado.
azar, não te deixavam. sabrinas? quais quê! sapatos de couro (serão? nunca percebi destas coisas, botas cardadas - dessas alentejanas) :P
pois, deixo-te a sorrir ao teu amor que esse é teu!
(para variar, é claro, gosto do que li e esse castelo daí conta muito!)
Adoro o seu cão e o seu filho. UMA LAMBIDELA AOS DOIS. A minha dona não me faz blogs. snfiii AUAUAUAUAUAUUA.
lUCKY
boa tarde às duas!!!
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