27.11.06
segunda feira
respiro fundo. não sei a minha idade. nunca sei. sei a data em que nasci. apenas isso. sei também que o futuro é uma mentira agradável de ouvir e nada mais.
respiro fundo como se fosse jovem e tivesse a vida inteira pela frente.
não é de hoje o esquecer-me da idade. há dias em que me sinto tão adolescente que era capaz das mais impensáveis paixões. por isso escrevo. para não cair nelas.
vivo quase escondida. de ninguém. do risco de sentir demais como era dantes.
envelhecer não incapacita em nada o sentimento ou a intensidade dele. só nos traz a prudência se a quisermos ter.
que absurdo ser prudente à beira morte! tenho de rever isto.
afinal hoje é segunda feira. dia de começar a ver tudo melhor.
Depois ficaram as cinzas.
Náo sou capaz de dizer versos porque sim.
Acabou."
Até outro instante...
.
.
.
e todas as segundas.feiras são óptimos dia para revisões de matérias dadas
.
.
e que tal aproveitar a segunda.feira para aprender algo novo e diferente?
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nunca é tarde.
como me foi grato ler o teu texto
um bêje ,quemadre!
Quero-te na minha festa...
Vem beber uma taça comigo porque tens um lugar especial no coração do girassol!
Bjs
me ponho a imaginar como será arriscado sentir demais?
vejo morte todos os dias. e nenhuma prudência que valha.
vou rel(v)er
cordda
..
Principalmente estas:
"que absurdo ser prudente à beira morte! tenho de rever isto."
...
Há que rever isso...
.....
Por vezes essa tal prudência pesa tanto.
Tanto.
...
Intenso.
**
não tenho Net nem telefone, estou num post de Net ainad assim vim deixar-te um beijinho e que posso mais dizer dos teus textos? são lindos
Beges
Desculpem se tenho feito visitas espaçadas e aleatórias mas o trabalho tem sido excessivo nestes dias. Vem ai um fds mais compridito e prometo por tudo em dia.
Bjs a tds.
PS Caminhos, não pagaste a conta ou andas en viage? Bejos mê amigo e volta logo quê já tou de lágrima ó canto do olho,
Comadres e compadre fiquem ben! :)
Na chores que na sigunda-fêra cá tou.
Mas uma gorpelha de Beges pela tu escrita linda.
Mas existem outros, que não nos cansamos de os ler, porque em cada palavra saboreia-se a nostalgia tranquilizadora de cada mensagem que nos enriquece o saber sem nunca chegarmos a agradecer...
O tempo é sempre o grande culpado destas contrariedades, mas por vezes a preguiça também ajuda.
As desculpas só serão válidas quando verdadeiras.
Um beijo
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