de Stefan Duncan Gallery

6.10.06

febre.

art by Bo Huffman

dói-me ainda a cabeça. a febre abrandou já. a febre traz luzes estranhas à memória de luz. escusava abrir os olhos quando ela subia.

basta ver o que há. para quê ver para lá disso?

saio do povoado. encandeia-me o sol que bate na cal branca das casas.

Adam Opalka

a chuva começou a abrir o verde. iluminou-o. mas ainda vejo tudo muito branco.
caiem gotas de água de uma roseira esbraviada. aquela, que tem nome de santa. peço-lhe uma flor e ponho-a ao peito no rictual de sempre.

hoje a saudade de ti pesa-me como a febre na cabeça. eu disse saudade? não. errei. saudade tem-se do que se perdeu. desculpa. estou confusa. corro ao teu encontro com a força que me sobra.

andei sozinha anos por muitos caminhos. este, meu amor, é nosso até ao fim e depois dele.
foi a cidade. foram as luzes da cidade que me poluíram a mente e o olhar.

o rio espera-nos.

Comments:
e a ponte?

é fundamental a ponte

para que não se afoguem os sonhos

numa travessia a pé

( hoje o berbere vestiu smoking e entrou nos salões ao som da valsa )

mascarado dele mesmo
 
a sério!
estás melhor?

uane bêje!
 
:-)
rápidas melhoras...
bom fim de semana...
e
um bj

:-)
 
:)

a paixão que continua weg!

a recuperar, ainda bem!
bom caminho para ti!

bj :)
 
Sabes que apetece nadar no rio e rir?
Claro que sabes!
Pergunta tola...

daniel sant'iago
 
Engraçado...!? onde é que eujá senti estes pensamentos...


Doce beijo
 
espero que estejas bem melhor

como dizes o rio espera-nos
... ele tem um sentido, um caminho e um curso é deixá-lo seguir
...


:)
 
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